Fitoterapia

Assim que você pensar que sabe como realmente são as coisas, descubra outro modo de olhar para elas.

 Robin Williams

 medicinal preparation with bay leaves

A  palavra FITOTERAPIA vem do grego, PHITO(planta) e THERAPIA(tratamento). Ela utiliza substratos naturais como plantas frescas/secas  e/ou preparados a base delas (extratos) com a finalidade de prevenir, aliviar ou curar uma doença pela ação de FITOQUÍMICOS, vitaminas e minerais. A utilização de plantas como medicamentos pela humanidade é tão ANTIGA quanto a história do homem.

Desde 2000 a.c, o tratamento com ervas já era usado e valorizado na China e, mais recentemente com a disseminação dos milenares conhecimentos médicos orientais na Europa, em países como Alemanha e França, a procura pelos fitoterápicos tem crescido, em especial pelas plantas nativas e pela fitoterapia chinesa e indiana.

Mais recentemente, com as modernas técnicas de controle de qualidade usadas na elaboração dos fitoterápicos, a comunidade cientifica  tem demonstrado através de técnicas sofisticadas de laboratório,  as propriedades terapêuticas que os nossos antepassados alegavam encontrar nas plantas.

Hoje se sabe que as plantas possuem  fitoquímicos (princípios ativos dos fitoterápicos) que dependendo do tipo , possuem  ações farmacológicas como as descritas na tabela abaixo.

Fitoterapia.pngTabela.  Algumas ações farmacológicas de fitoterápicos.

Os fitoterápicos podem contribuir para a redução no uso de medicamentos alopáticos, podendo atuar de forma conjunta, aumentando a eficácia do tratamento ou reduzindo a DOSE do fármaco. Mas como as plantas podem apresentar contraindicações em determinadas situações, é necessário que elas sejam utilizadas de forma segura por um profissional que saiba avaliar através da clinica e dos exames complementares o bom andamento do tratamento.

Disso decorre o fato de que tanto as orientações nutricionais quanto fitoterápicas precisam ser individualizadas. Cada paciente apresenta particularidades (bioquímico-metabólicas) que o predispõe a adoecer, e a responder ou não ao tratamento instituído. É isso que as últimas pesquisas em genética, estão demonstrando.

É importante saber o QUE, o QUANTO e por QUANTO TEMPO prescrever os fitoterápicos. Todo esse leque de ações tem merecido estudos de Universidades tais como a UNIFESP, em São Paulo, que ministra uma pós-graduação em fitoterapia para a atualização de médicos.

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