COMER EMOCIONAL – COMO AJUDAR? – PARTE 1/3

Você pensa que a alimentação é uma das principais maneiras de recompensa e de prazer?

Pode comer o quanto quiser e merece? Ela conforta e acalma?

Que pode controlar o quanto comer?

Na sua família, a alimentação foi um modo de demonstrar afeto e comemoração?

A compulsão alimentar dá uma sensação de distanciamento dos problemas que não sabe como resolver?

MAS O QUE É O COMER COMPULSIVO?

É o comer com perda de controle em resposta a algum desconforto.

DE ONDE VEM ESSE DESCONFORTO?

O desconforto pode ser originado:

1.de um dia estressante
2.de uma discussão com um familiar, amigo ou pessoa amada
3.quando se fica doente e com dor
4.ao se provar uma roupa que não cabia
5.ao se sentir eufórico por acontecer algo muito bom conosco

O QUE TEM EM COMUM POR TRÁS DESSES EVENTOS?

São as sensações fisiológicas difíceis de tolerar – as emoções tais como raiva, tristeza, vergonha, culpa, ansiedade, etc. Outras pessoas nem sabem nomear as sensações.

O comer compulsivo funciona para amenizar o desconforto emocional de imediato, mas a longo prazo, recorrer à comida para evitar desconfortos emocionais, pode levar à tristeza, à vergonha e à culpa que podem reduzir a autoestima.

ASSIM, não é a melhor saída para lidar com o desconforto emocional!

MAS COMO SAIR DESSE CICLO VICIOSO? COMO A PSICOLOGIA VÊ TUDO ISSO?

Modelo de regulação emocional da compulsão alimentar

O foco deve concentrar-se na quebra da relação entre os seus pensamentos e a necessidade de usar a comida para se autoregular. Existem técnicas na psicologia que podem ajudar a quebrar esse ciclo. Elas ajudam a:

1. Saber por que sente tanta vontade de comer quando está estressado
2.Identificar as emoções que desencadeiam o comer compulsivo e como lidar de forma mais adequada com elas
3.Aprender habilidades para lidar com incômodos e aborrecimentos de maneiras novas e não seguir o impulso de comer

Áreas diferentes do cérebro são utilizadas para atingir esses 3 objetivos e elas se relacionam entre si.

Podemos utilizar uma outra forma de pensar, o chamado pensamento dialético que nos proporciona uma alternativa ao “tudo ou nada” que pode aprisionar a sua mente. O pensamento fica mais flexível e permite aceitar comportamentos aparentemente contraditórios enquanto você avança no seu tratamento sem se autojulgar. O autojulgamento só gera sofrimento.

Fique ligado, as partes 02 e 03 deste artigo vão sair nos próximos dias. Para receber imediatamente, inscreva-se no rodapé no campo RECEBER NOVIDADES desta página!

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